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Banco Central de Portugal reduz expectativa de crescimento econômico 7/3/02, CNN LISBOA -- O Banco Central de Portugal reduziu nesta terça-feira a previsão da taxa de crescimento econômico para 2002, que passou a ser de entre zero e um por cento devido às menores expectativas em relação à demanda externa.
A instituição acrescentou que espera uma recuperação em 2003.
A estimativa anterior era de entre um e 1,75 por cento. O prognóstico é parte de um boletim sobre as perspectivas da economia portuguesa.
"A projeção de crescimento econômico para 2002 é agora menor do que a do ano anterior, principalmente devido a revisões para baixo nas demandas externas e aos efeitos das revisões na composição do crescimento em 2001", afirmou o BC em seu relatório.
O boletim não se refere ao déficit orçamentário nacional, mas o banco havia dito anteriormente que adiou até setembro a divulgação do relatório econômico de 2001 porque o trabalho ainda não tinha sido concluído.
A coalizão governista social-democrata estimou um déficit para esse ano de 2,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), e declarou que o de 2001 foi de 3,9 por cento do PIB, bem acima do máximo de três por cento prescritos pelo Tratado de Maastricht da União Européia.
O boletim divulgado nesta terça-feira afirmou que o PIB português cresceu 1,9 por cento no ano passado, embora o prognóstico publicado em dezembro de 2001 tenha ficado entre 1,2 e 2,0 por cento.
O esfriamento da demanda doméstica foi a principal razão a levar o Banco Central a prever um crescimento menor para esse ano do que em 2001, mas a alteração nesse prognóstico também devia-se a uma queda na esperada demanda externa.
Para 2003, o banco prevê uma recuperação, com o crescimento ficando entre 0,5 e 2,5 por cento, principalmente pela intensificação das exportações e o aumento da demanda doméstica.
A instituição acredita que a inflação em 2002 ficará entre 3,5 e 4,5 por cento, e não mais entre 2,2 e 3,2 por cento como disse anteriormente, já que o governo elevou a taxa do imposto sobre valor agregado de 17 para 19 por cento em junho a fim de diminuir o déficit orçamentário.
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